
'[...]De não ter ninguém pra confiar.Aumente o volume é melhor pra nós dois,se não há mais o que dizer não tente negar depois,solte as suas mãos das minhas e procure viver mais do que palavras,amanhã não pode ser igual,tem que ser mais,muito mais do que promessas falsas sob luzes apagadas,e um bilhete no bolso esquerdo do seu paletó...adeus'(Columbia-Amanhã)
No blecaute da minha queda,sinto que foi em vão,tenho medo de abrir os olhos,tenho medo de me deparar que você não esta aqui,mas eu tenho consciência que você não esta,então porque temo em abrir os olhos?O meu maior medo foi concretizado,então agora todos os medos são tão insignificantes,tudo é tão insignificante na sua ausência,mas não quero pensar nisso,não quero ouvir isso,eu quero afogar meus sentimentos,quero que o vento leve meus pedaços embora,quero você me sinta no ar,quero que você me respire,quero ser parte essencial,invisível e não reconhecida da sua vida.Acreditava em ilimitadas expectativas para meu mundo,o mundo que eu construí,e onde só habitava você,ou melhor você era a pessoa que movia e tomava conta do meu mundo.Perdi a sanidade quanto te vi indo embora,perdi o chão,o ar,o desejo e a ânsia de viver que antes me corroía as noites em que você não estava ao meu lado,se eu pudesse tracejar e descrever a vida,me derreteria deliciosamente em usar um clichê,me referiria a você,como o maior motivo pra viver,como o maior motivo pra chamar minha vida de Vida,eu só era completa ao seu lado,eu era.Agora minha metade encontra-se completando um outro alguém,ou se completando de maneiras tão dolorosoas de encarar e compreender,confesso que minha visão a tais maneiras são muito limitadas.
Hoje
Ainda continuo cansada de você,tomara que eu me acostume.
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